Eh cumpari, ci vo sunari!
Navegando sem rumo novamente descobri mais um tesouro da internet.
Um vídeozin super divertido. Aliás em italiano! Língua a qual estou estudando a algum tempo.
Bom final de semana a todos!
Semana que vem é o FESTIVAL!
Pianista e Orquestra Sinfonica
Pianista Indicado ao Grammy e Orquestra Sinfônica abrem o III Encontro com a Música Clássica
A terceira edição do “Encontro com a Música Clássica” acontece entre 1 e 5 de Dezembro no Teatro Aracy Balabanian com entrada franca sempre às 20:30.
Assim como nos anos anteriores, a programação está repleta de concertistas de alto nível musical, cujo trabalho é mundialmente reconhecido.
Antonio Vaz Lemes foi indicado ao Prêmio Grammy Latino (2006) apresenta-se com freqüência no Brasil e Europa, é vencedor de inúmeros concursos para piano. Atua também na área da música popular, trabalhando com Edson Cordeiro, Ney Mato Grosso e Marília Pêra.
Antonio realiza recital solo com obras de compositores franceses e na segunda parte do programa será solista no concerto n. 20 para piano e orquestra de W. A. Mozart juntamente com a Sinfônica Municipal de Campo Gande.
Regência Eduardo Martinelli.
Encontro com a Música Clássica 2009 + MASTERCLASS
MASTERCLASS
Teatro Aracy Balabanian
Dia 1º às 9 horas
Antonio Vaz Lemes (Piano)
Dia 3 às 9 horas
Nailson Simões (Trompete e instrumentos de Sopro)
Dia 4 às 9 horas
Quaternaglia (Violão)
Dia 4 às 17 horas
Jairo Chaves (Viola e Instrumentos de Arco)
Taxa de inscrição 10 Reais, todos os alunos receberão certificado na hora, mesmo que não tenha tocado.
Os interessados devem estar no local no horário do Masterclass desejado para realização da inscrição, (não há inscrição antecipada).
Informações: (67) 9229-2175
Livro – Crônicas para violinistas
Patricia Mello é violinista, professora, compositora e pintora…um canivete suíço.
Seu mais recente livro Crônicas para violinistas é uma deliciosa descoberta de um mundo conhecido por poucos. Seus conselhos e dicas bem humoradas, suas histórias surpreendentes prendem o leitor até a última página, dando início assim a uma viagem inesquecível aos bastidores de uma vida voltada ao sacrifício e ao prazer.
Já está disponível e tem atingido altos índices de vendas.
Preço: R$30,00 , enviamos para todo o Brasil, com frete grátis. Para o exterior, frete a conferir.
CAROS ALUNOS! SE ESTIVEREM LENDO ESTE PEQUENO POST, PLEASE…QUERO GANHAR UM DESSE DE PRESENTE!

Música na Casa Branca
13 de novembro de 2009 – Música erudita tem lugar de destaque na Casa Branca
Recentemente houve um dia de música erudita na Casa Branca. As festividades e apresentações foram promovidas pelo Comitê de Artes e Ciências Humanas da presidência, criado por uma ordem executiva datada de 1982. A primeira dama serve como presidente honorária da organização, e Michelle Obama, exercendo atentamente essa função, decidiu criar uma série de música erudita para a residência presidencial.
Programas de música anteriores tiveram dias inteiros dedicados a apresentações de jazz, música country e música latina. Dia 4 de novembro, foi a vez da música erudita. A celebração foi encerrada com um concerto na East Room. O presidente e Michelle Obama eram os anfitriões, e entre os músicos que se apresentaram estavam quatro aclamados artistas norte-americanos: o violinista Joshua Bell; a violoncelista Alisa Weilerstein; a violonista Sharon Isbin; e o pianista Awadagin Pratt.
O programa consistia de trechos de peças mais extensas, e foi concluído com a porção final do primeiro trio para piano de Mendelsohn. Ainda assim, foi uma apresentação substantiva, que incluía a hercúlea transcrição de Pratt para a Passacaglia e Fuga em Dó menor, de Bach, composta originalmente para órgão, e uma volátil interpretação de Weilerstein para o movimento final da sonata de Kodaly para violoncelo solo.
Bell, que trabalhou com um grupo de jovens violinistas pela manhã, sem querer lhes ensinou que até mesmo o mais talentoso dos músicos pode se ver apanhado em uma enrascada. Ao executar um lírico Cantabile de Paganini em dueto com o violão de Isbin, ele inadvertidamente pulou um trecho da partitura, perto do final da peça, e parou. "Acho que estou na parte errada", comentou. Bell havia pulado dois compassos, explicou. Por isso, ele e Isbin simplesmente encerraram a peça mais cedo.
Fonte: Wikipedia
Produção de Arcos de forma sustentável
Autor do Post:Professor Roberto G. S. Berlinck: Instituto de Química de São Carlos, Universidade de São Paulo
A extinção em andamento do Pau-Brasil (Caesalpinia echinata) pode significar ainda mais do que simplesmente o fim de um dos símbolos naturais do Brasil. Isso porque a madeira do Pau-Brasil, além de ser de excelente qualidade para utilização na construção naval, construção civil e em trabalhos de torno em marcenaria de luxo, é a única empregada na confecção de arcos de instrumentos musicais como o violino, o violoncelo, o contrabaixo e as violas. Músicos do mundo inteiro reconhecem que os arcos destes instrumentos devem obrigatoriamente ser feitos com Pau-Brasil. Isso porque a madeira confere a melhor sonoridade, elasticidade e suavidade que se pode esperar para os arcos destes instrumentos.
O problema é que o Pau-Brasil é uma árvore em processo de extinção. E por isso o corte da madeira nativa é proibido desde 1987. Sendo assim, músicos do mundo inteiro estão apresentando iniciativas para o plantio da árvore para a produção dos arcos musicais. Mas a árvore leva 25 anos para crescer. Atualmente, a única fonte de Pau-Brasil disponível são peças feitas desta madeira, como pontes, cercas e construções antigas, mas que estão também se tornando cada vez mais raras.
Marco Raposo plantou quase 7 mil mudas de Pau-Brasil em seu sítio em Cachoeiro do Itapemirim (estado de Espírito Santo), mas deverá esperar o longo tempo para que as árvores cresçam. Um dos principais fabricantes de arcos musicais no Brasil, Floriano Renato Rupf, concorda que a madeira é insubstituível para a fabricação dos arcos. Uma iniciativa interessante reuniu músicos e fabricantes de arcos musicais, que criaram a International Pernambuco Conservation Initiative, para fornecer recursos para o plantio da árvore – o objetivo é plantar 2,3 milhões de mudas.
Para que a música também não acabe.
Porque será que ninguém no Brasil teve a idéia de elaborar uma proposta para o plantio de Pau-Brasil para a produção de arcos musicais? Seria uma iniciativa não somente bela, por revalorizar a árvore símbolo da pátria e a música, mas que poderia render algum trocado. Mas existe um projeto desta natureza, que está sendo desenvolvido pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da UNESP de Jaboticabal.
A fonte de informações para esta postagem foi reportagem publicada no número de novembro/2009 da Revista de História da Biblioteca Nacional. Veja cópia escaneada da reportagem, aqui.
Estudar no exterior!
A FUNDAÇÃO MUSICAL YAMAHA NA EUROPA (YMFE) tem o prazer de anunciar pelo vigésimo ano o seu programa de bolsas para estudantes de instrumentos de corda.
Se és um estudante de música num Conservatório ou numa escola superior reconhecida em Portugal ou Espanha , e nasceste depois de 1 de Janeiro de 1985 , podes solicitar um formulário de inscrição através das nossas direcções de correio electrónico escuela_yamaha@gmx.yamaha.com / ou através do número de telefone: 00 34 91639 88 88.
Cada bolsa terá o valor de 2.000 euros. A bolsa irá abranger um ano lectivo e deverá ser utilizada para um fim relacionado com o progresso e aperfeiçoamento dos estudos.
A data limite de inscrição em Portugal e Espanha será dia 20 de Dezembro de 2009 sendo que as pessoas seleccionadas realizarão uma audição em Fevereiro/Março de 2010.
Boletim de Inscrição (pdf, 1.62MB)
Fonte: Yamaha
Ivinhema – Fundação Nelito Câmara
A Fundação Nelito Câmara foi criada em 2005 com a finalidade de promover o crescimento intelectual de jovens e adultos a partir da educação e das artes. Com este intuito desenvolvem várias frentes de difusão do saber com cursos permanentes que abrangem a música, a dramaturgia, o desenvolvimento lingüístico, e a informação tecnológica.
Aproximadamente 60 crianças e adolescentes são atendidos nestes programas.
E muito recentemente fui agregado ao grupo de educadores da Fundação.
Esses são alguns dos meus novos alunos e muito em breve ouvirão ouvir falar mais deles.
Movimento Corporal
Muito bem célebres equilibristas das cordas de tripa!
Mais uma vez em minhas navegações errantes encalhei é um RIQUÍSSIMO material sobre MOVIMENTO CORPORAL! Um tesouro bastante valioso não deve ficar enterrado.
Uma Dissertação de Mestrado de Regiane Lopes Cruzeiro
Uma investigação sobre o uso do movimento corporal no ensino de violino para adolescentes iniciantes usando como referência teórica autores como Rolland, Flesch, Galamian, Havas.
Vale a pena conferir!
Clique AQUI para ler.
Violino no Video Game

Muito bem amigos da rede “grobo”…Por essa eu não esperava.
O Wii Music Pack é um acessório criado especialmente para quem tem o jogo Wii Music, uma resposta da Nintendo para os sucessos Guitar Hero e Rock Band, dos quais é uma espécie de versão simplificada.
Com o pack você tem acessórios bem diferentes como saxofone, violino ou bateria para colocar o seu Wiimote e tocar junto com as músicas do jogo.
O preço do ezGear Wii Music Pack é US$ 30.
Pode até ser divertido, mas quem sabe não seja melhor criar vergonha na cara e fazer aulas de verdade.
Livro "Stradivarius"
Livro “Stradivarius” põe mais luz sobre o instrumento mais famoso do mundo
por RICARDO FELTRIN
Editor-chefe da Folha Online
Ele poderia ser chamado de “Bach”, “Einstein” ou “Da Vinci” dos instrumentos de cordas. Tanto faz. Qualquer epíteto ou superadjetivo caberá com folga na vida e obra de Antonius Stradivarius, o luthier italiano que construiu os mais mitológicos, caros e cobiçados instrumentos do mundo, de todos os tempos. Haja epíteto.
Muito da vida e obra de Stradivarius (1644-1737), bem como da indústria e comércio em torno da música nos séculos 17 e 18, está nas livrarias com a obra de estréia do britânico Tony Faber, 41.
No livro “Stradivarius – Cinco Violinos, Um Violoncelo e Três Séculos de Perfeição” (ed. Record, 278 págs., R$ 40 em média), o autor usa seis dos cerca de 1.200 instrumentos construídos por Stradivarius como “isca” para manter o leitor preso às páginas. E o consegue, não só graças às interessantes pesquisas históricas que fez em torno do homem e do mito Stradivarius, mas também pela fluidez e simplicidade de seu texto.
Qualquer amante de música, clássica ou popular, vai apreciar as histórias envolvendo a vida desse senhorzinho que construiu violinos até o último de seus 93 anos de vida, e de seus concorrentes contemporâneos. Morreu riquíssimo, aliás. Antonius Stradivarius teve o mérito reconhecido em vida e, contrariando o ditado, foi santo de casa que fez milagre não só em sua natal Cremona, mas em toda a Europa. Ele sem dúvida ajudou a mudar –para melhor– a história da música universal.

O violino Messias, fabricado por Antonius Stradivarius em 1716
Os violinos abordados no livro são o Messias, o Viotti, o Khevenhüller, o Paganini e o Lipinski. O violoncelo é o Davidov (hoje em posse do popular concertista sino-americano Yo-Yo Ma). Os nomes dos instrumentos são uma deferência histórica para com seus proprietários mais famosos, à exceção do Messias, até hoje considerado uma obra-prima, digamos, “virgem”.
Faber desenvolve o momento em que cada um desses instrumentos estava sendo construído, e o ilustra com histórias curiosas, divertidas, tristes e até dados sobre a economia italiana de então. Além disso, ele tem o mérito de lembrar que, claro, Stradivarius nasceu com o talento inato, mas antes dele houve a dinastia de Andrea Amati –autor do violino mais antigo que chegou até nós (1564)–, com quem certamente o pequeno Antonio aprendeu muita coisa de seu ofício.
Eterno mistério sem resposta

Yo-Yo Ma com seu cello Davidov, Stradivarius
É a madeira? Seu corte na tora? O fato de ter sido transportada em rio? É o verniz? O tempo que passa? O uso? Por que um Stradivarius tem um som tão mágico e hipnótico? Não se espante, nenhuma dessas perguntas será respondida pelo humilde autor. O que, acredite, é ótimo. Nem especialistas em madeira, nem químicos e tampouco físicos nucleares podem responder. Por mais testes que já tenham sido feitos nessas “criaturas” de madeira, ninguém sabe responder porque um Stradivarius é do jeito que é.
A principal lacuna que o livro de Faber deixa é a respeito da produção de cordas daquela época. Com relutância, ele até comenta brevemente a fabricação dos arcos –que são quase uma parte da alma dos instrumentos–, mas, definitivamente, há falta total de informação sobre as cordas, que são os veículos que criam a sonoridade, que dão voz à mágica do Stradivarius e seus “concorrentes”.
Outra possível falha na edição é o fato de as ilustrações detalhadas e didáticas sobre a composição dos violinos só estarem expostas na segunda metade do livro. Termos como “voluta”, “alma”, “filete” e “ilhargas” poderiam ser melhor compreendidos por leigos se visualizados mais cedo nas páginas. Mas nada que um olhar antecipado do próprio leitor não possa corrigir.
Embora o livro esteja recheado de cotações em libras, mais ou menos atualizadas, é possível perceber que o próprio autor considera de importância menor citar os preços atuais desses instrumentos. Porque afinal um Stradivarius não tem preço. Só valor inestimável.
Canções Ciganas para Violino
Este post é dedicado a:
Elisangela. São Paulo. Mogi das Cruzes
Realmente não é nem um pouco fácil encontrar material gratuito a disposição a respeito de música cigana para violino.
1.Existe uma página que trata da música cigana de um modo geral:
GYPSY MUSIC CENTER
Vais encontrar links para diversos artistas relacionados com o estilo.
2.Se você estiver afim de escutar uma rádio, esta é:
http://www.live365.com/stations/smdlm
3.Mas para violino só conheço esta:
Áreas Ciganas – >Sarasate – Zigeunerweisen (Violin solo).pdf
http://www.4shared.com/account/file/27114178/ef7ea206/Sarasate_-_Zig
Concerto famosíssimo e…nada modesto.
Nada mais e nada menos que o querido humorista Itzhak Perlman para demonstrar o quando essa peça é difícil e linda.
Se é difícil pode ficar ainda pior…é o que ROMAN PATKOLÓ quer provar.
Então Elisangela, para finalizar:
É a única coisa que encontrei de diferente por aí…
Ah Ya Bibi – Gypsy
http://stringsavvy.com/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/ah-ya-bi
bi-violin-1.pdf
http://stringsavvy.com/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/ah-ya-bi
bi-violin-2.pdf
http://stringsavvy.com/wordpress/wp-content/uploads/2007/12/ah-ya-bi
bi-bass.pdf
Pronto. Espero que goste!
Niccolò Paganini (1782-1840): 24 Caprichos, Op. 1
Ok ok…A pedidos incansáveis…
Um pouco de virtuosismo para alucinar os amantes…
Quando criança era constantemente obrigado pelo próprio pai a estudar violino muitas horas por dia, sob ameaça de castigos severos. Quando tinha nove anos de idade foi para Parma a fim de estudar com o famoso violinista Alessandro Rolla. Após ter executado o mais recente concerto de Rolla na primeira leitura, entretanto, o velho mestre aconselhou- o a continuar os seus estudos em composição:"Nada tenho a lhe ensinar, meu menino, vá e procure Ferdinando Paër". Em seus primeiros concertos públicos foi considerado uma criança prodígio. Após libertar-se da custodia do pai-déspota, começou carreira como virtuoso do violino, em toda a Itália. Ficou famoso também pelo seu estilo da vida rebelde, freqüentemente gastando todo seu o dinheiro em jogos e diversões noturnas. Durante os anos 1800-1805 desapareceu completamente da vida pública. Diz a lenda que passou estes anos na prisão.
Embora, no início de sua vida profissional desse os seus concertos apenas na Itália, sua fama como violinista-virtuoso logo espalhou-se por toda Europa.
Só em 1828 saiu da Itália para uma viagem de concertos no estrangeiro. Tocou na Áustria, Alemanha e França entre outros países, sempre com grande sucesso.
É desnecessário dizer que a maioria das obras de Paganini foram escritas para violino. Conquanto diversas obras para violino e orquestra possam fazer parte das suas peças, o violinista somente compôs cinco verdadeiros concertos para violino. O primeiro Concerto pode provavelmente ser datado de 1817. Em todas as apreçiações, cartas e outras fontes contemporâneas aparece o testemunho de como as platéias e os críticos reagiram à execução deste "violinista diabólico". E mesmo agora – ainda que Paganini tenha morrido há mais de um século e meio – ele ainda aparece como um exemplo clássico da execução "virtuose" do violino.
Os últimos anos da sua vida foram passados em Nice. Apesar de muito rico, ficou doente de tuberculose e não podia falar.
O estilo de vida de Niccolò Paganini e a sua aparência mefistofélica deram origem a historias de que o seu virtuosismo era devido a um pacto com o demônio. É mais provável que ele fosse portador de uma doença, a Síndrome de Marfan, cujos sintômas típicos são os dedos particularmente compridos e magros.
Fonte: Wikipedia
E para os sedentos por downloads…
Paganini: 24 Caprices, Op. 1
1. No. 1 in E major 00:01:56
2. No. 2 in B minor 00:02:47
3. No. 3 in E minor 00:03:46
4. No. 4 in C minor 00:07:27
5. No. 5 in A minor 00:02:34
6. No. 6 in G minor 00:06:26
7. No. 7 in A minor 00:03:43
8. No. 8 in E flat major 00:02:36
9. No. 9 in E major 00:02:53
10. No. 10 in G minor 00:02:09
11. No. 11 in C major 00:04:17
12. No. 12 in A flat major 00:03:01
13. No. 13 in B flat major 00:02:24
14. No. 14 in E flat major 00:01:15
15. No. 15 in E minor 00:02:50
16. No. 16 in G minor 00:01:38
17. No. 17 in E flat major 00:03:41
18. No. 18 in C major 00:02:44
19. No. 19 in E flat major 00:03:02
20. No. 20 in D major 00:03:37
21. No. 21 in A major 00:03:22
22. No. 22 in F major 00:02:39
23. No. 23 in E flat major 00:03:39
24. No. 24 in A minor 00:04:53
Ilya Kaler, violino
Total Playing Time: 01:19:19

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Internacionalmente célebre violinista Alexander Markov foi saudado como um dos músicos mais cativantes agora perante o público. Lord Yehudi Menuhin, escreveu: “Ele é sem dúvida um dos mais brilhantes e musical dos violinistas… Alexander Markov certamente vai deixar a sua marca na música-amantes do mundo e nos anais dos virtuoses do violino de nossos dias.”

O regime era errado, mas a educação era boa – diz.
Sarah Chang, nascida em 10 de Dezembro de 1980, na Filadelfia, é uma jovem artista americana, de ascendência coreana. Mundialmente conhecida, esta menina prodígio começou a aprender música aos 3 anos de idade quando pediu a seus pais que lhe dessem um violino de presente. Aos 5 ela já dava seu primeiro concerto na Juilliard School, em Nova York.
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